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Cervejarias artesanais se reinventam para manter atividades durante a pandemia


Diante da pandemia, diversos setores econômicos passam por dificuldades. Com as cervejarias artesanais, a situação não é diferente. Os empresários precisaram se reinventar e passaram a investirem no sistema delivery.


A pandemia minguou as vendas e os planos dos produtores de cerveja artesanal. Os empresários vinham comemorando a ascensão do produto, que caiu no gosto dos capixabas. A queda na comercialização foi puxada pela crise no setor de bares e restaurantes: os principais pontos de venda. Nas 33 cervejarias cadastradas no estado, o faturamento despencou 80%.


Em uma fábrica, localizada no bairro Civit, na Serra, os donos chegaram a passar um mês inteiro sem faturar nada, no início da quarentena. Foi quando os sócios se viram obrigados a buscar alternativas e, entre elas, está a venda direta ao consumidor. Começaram a envasar chopp, criaram um aplicativo e investiram no delivery.


As entregas, antes feitas em grande volume para os bares e restaurantes, agora são pulverizadas em pequenos lotes, para muitos clientes finais. "Esse momento nos forçou a rever nossas formas de atuação, nossos conceitos, e nos deu uma maior dinâmica dentro do mercado cervejeiro. Lançamos produtos que, provavelmente, não lançaríamos neste momento. Inovamos com a forma de atendimento ao cliente, indo para um atendimento direto. Quando tudo voltar, acreditamos que este movimento vai ser importante para o nosso faturamento", afirmou o empresário Leo Leal.


As promoções diárias também impulsionam o famoso happy hour, que migrou para dentro de casa. Agora, o momento é realizado em família, na companhia online de amigos. Foi assim que o velho entretenimento ganhou um novo formato e dá chances de recuperação para o setor de cervejas artesanais.


Só assim para conseguir manter os dois funcionários e não desperdiçar a matéria-prima estocada. O malte, importado da Alemanha, Bélgica e Holanda, vai para tanques de brassagem, onde é misturado com água e passa por um processo de fervura. Depois, segue para outros tanques de fermentação e maturação. Quando a cerveja está pronta, o que sobra é um malte umedecido, que não vai para o lixo.


O material é levado para a roça. Em um ciclo sustentável, o malte serve de alimento para o gado leiteiro de propriedade, também na Serra. Os 480 litros de leite que as vacas produzem por dia viram 100 peças de queijo. O malte da cerveja ajuda a chegar nesse patamar.


*Com informações de Andressa Missio, da TV Vitória / Record TV

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